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Autópsias feitas revelam…

  • Os 24 golfinhos e baleias da espécie zifio de cuvier (cetáceos de cerca de 600 quilos, de 5 a 7 metros de comprimento e que vivem, em média, 35 anos) foram encontrados mortos nas praias da ilha Palmas de Gran Canária com sangue na boca e sem marcas de choques contra embarcações. 

  • As autópsias indicaram “lesões hemorrágicas de alta intensidade causadas por sinal acústico intenso. Colapsos cardiocirculatórios, stress e lesões vasculares”.
  • Esta é uma análise que os biólogos consideram prova de que a única razão para explicar esta mortandade está no uso dos radares.
  • “O ouvido de um mamífero marinho é quase igual ao de um animal terrestre. Salvo as adaptações para que funcione no mar, ele não está preparado para estes aparelhos de ultra-som que rastreiam o fundo para encontrar petróleo ou gás. Então sofrem por hipersensibilidade”, disse o biólogo Eduard Degollada, autor de um estudo sobre a audição de baleias e golfinhos para a Universidade de Las Palmas.

Stress e desorientação, um problema

  • Estes tipos de mamíferos marinhos usam os aparelhos auditivos para se guiarem à noite e se comunicarem com os outros. 
  • “Destruir seu sistema de audição afecta muito a estrutura social desses animais. Se não os mata, deixa-os stressados e sem meios de sobreviver”, afirmou Michel.
  • Baleias e golfinhos têm uma espécie de câmara de ar nos canais auditivos perto da boca. Por isso, os canais da mandíbula chegam directamente aos ouvidos. 
  • Para proteger os órgãos de audição e compensar a pressão da água, esses animais têm uma membrana que se rompe ao receber frequências altas pelo barulho.

Sonares de navios, um perigo para os golfinhos (estudo)

  • Especialistas espanhóis culpam os sonares de embarcações militares pela morte de 24 baleias e golfinhos, nas últimas semanas, no sul do Mar Mediterrâneo. 
  • Os equipamentos militares emitem sons tão agudos que os tímpanos dos animais não suportam e estouram.
  • Portanto, os radares de ultra-som têm o efeito de uma explosão nos ouvidos dos mamíferos e eles acabam morrendo por hemorragia interna ou se suicidam por não aguentar a dor.
  • Os que resistem sofrem surdez ou têm um nível de stress muito alto, o que também provoca morte por mal funcionamento de outros órgãos vitais.


Verdade ou mito

  • Diz-se que Poseidon, o deus do mar dos gregos, atribuiu ao golfinho um lugar entre as constelações, por um deles ter salvo o bardo Arion de morrer afogado. 

  • Existem histórias extraordinárias sobre golfinhos que ajudam nadadores, mas tal é puramente acidental: na verdade, os golfinhos apenas gostam de empurrar os objectos enquanto nadam.
  • No dia 17 de Maio de 1999 chegou á Baía dos Golfinhos um novo elemento: uma fêmea, chamada Vicky, de três anos de idade. Nascida em Barcelona, viajou de avião e chegou ao Zoo de Lisboa onde se integrou muito bem no grupo. De facto, este quinto elemento, ainda muito jovem, veio dar muita vida ao grupo e contribui grandemente para a sua estabilidade.A Vicky é um animal nascido em habitat artificial e portanto muito habituado ao maneio humano. Executa já alguns comportamentos e participa sempre nas apresentações. No Inverno será treinada com mais intensidade para vir a desempenhar um papel mais activo junto do Hastings, do Lucky, da Soda e da Kobie, uma jovem de seis anos.

    O Lowis, o Ricky, o Kwibus, o Tag e o Band continuam a animar a apresentação de Leões-marinhos na Baía dos Golfinhos sendo os diversos companheiros de um veraneante indisciplinado. Quando eles vêm a esta praia a equipa de vigilância não tem sossego. 

    Este “banhista” defende uma teoria da bóia” perfeitamente disparatada, chama foca a um leão-marinho, toma banho com bandeira vermelha, quase se afoga, é socorrido e finalmente submetido a respiração “boca-a-boca” executada pelo seu companheiro: o leão-marinho!

    O chefe da equipa dos socorristas vai de espanto em espanto com as ideias incorrectas e arriscadas do “banhista” e, com a ajuda do público, corrige-o sistematicamente.

  • Cada golfinho pode fazer um assobio só seu que ajuda os golfinhos a reconhecer-se uns aos outros, mas talvez só ajude a saber que algum outro golfinho está perto. Os cientistas não têm a certeza.
  • A estrutura dos grupos dos golfinhos é mais parecida com a dos elefantes do que com as dos humanos.


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