• Os 24 golfinhos e baleias da espécie zifio de cuvier (cetáceos de cerca de 600 quilos, de 5 a 7 metros de comprimento e que vivem, em média, 35 anos) foram encontrados mortos nas praias da ilha Palmas de Gran Canária com sangue na boca e sem marcas de choques contra embarcações. 

  • As autópsias indicaram “lesões hemorrágicas de alta intensidade causadas por sinal acústico intenso. Colapsos cardiocirculatórios, stress e lesões vasculares”.
  • Esta é uma análise que os biólogos consideram prova de que a única razão para explicar esta mortandade está no uso dos radares.
  • “O ouvido de um mamífero marinho é quase igual ao de um animal terrestre. Salvo as adaptações para que funcione no mar, ele não está preparado para estes aparelhos de ultra-som que rastreiam o fundo para encontrar petróleo ou gás. Então sofrem por hipersensibilidade”, disse o biólogo Eduard Degollada, autor de um estudo sobre a audição de baleias e golfinhos para a Universidade de Las Palmas.